Brasil fica em primeiro lugar em empreendedorismo

Pesquisas recentes mostram que a taxa de empreendedorismo no Brasil atingiu seu recorde de 34,5% no último ano, ficando em 1° lugar no mundo, seguido da China com 26,7% e EUA com 20%. A taxa de sobrevivência das empresas após os primeiros 2 anos ficou em 71% e 70% das empresas são criadas por oportunidade e não por necessidade, mostrando que o brasileiro está se planejando mais e que está de olho nas necessidades do mercado. Esse aumento pode ser explicado pela reforma tributária chamada Simples Nacional, que foi feita na última década e permitiu que muitos negócios informais fossem formalizados.

Segundo análise do presidente do Sebrae, Luiz Barretto em entrevista para a rádio CBN, mesmo com o cenário econômico do Brasil que não cresceu em 2014, foram criadas mais de 1 milhão de empresas e a arrecadação de impostos pelo Simples Nacional cresceu 7% em 2014. Por esse regime, pequenas e médias empresas têm a cobrança de oito impostos federais, estaduais e municipais reunidos num só boleto. Para a maioria dos casos, a carga de impostos é 40% menor do que no regime tributário convencional.

Os dados são da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), feita no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), fruto da parceira entre a London Business School e o Babson College.

Algo interessante em relação a esses números é que com esse crescimento acabam surgindo outras oportunidades que potencializam ainda mais a criação de um ambiente favorável para o empreendedorismo, como por exemplo a Pagar.me, uma empresa que surgiu da necessidade que dois jovens empreendedores identificaram no mercado. Henrique Dubugras e Pedro Franceschi, ambos com pouco mais de 16 anos, criaram um aplicativo que tinha como objetivo aproximar pessoas (parecido com o Tinder de hoje). Como tiveram muita dificuldade em implantar o sistema de cobrança e o negócio já estava perdendo o time-to-market, abandonaram o projeto e resolveram criar a Pagar.me, uma empresa que possui um gateway de pagamentos com taxas bastante competitivas. Eles não tinham idade para abrir uma empresa e responder por ela, então tiveram que se emancipar para fazer isso, no ano passado. Conseguiram arrecadar ao menos R$1 milhão, segundo Dubugras, junto a investidores dos fundos Arpex Capital e Grid Investments, segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo.

O Brasil é um país de muitas oportunidades. A MATERA Systems é prova disso por se tratar de uma empresa empreendedora e pioneira que investe constantemente em inovação, tanto em território nacional quanto na exportação de seus softwares, como pode ser visto no post A MATERA e o pioneirismo tecnológico.

Por ALEXANDRO FREIRE SOUSA

Postado em: 30 de março de 2015

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