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Mudar, pra quê?

Em fevereiro de 2010, a MATERA iniciou um processo interno chamado de Mudança Cultural. O objetivo desse movimento, iniciado pelos sócios diretores da empresa, era reavaliar a “cara” da corporação. Surgiram nesse período perguntas importantes como “Somos a empresa que gostaríamos de ser?”, “Como somos percebidos pelos nossos colaboradores e pelo mundo?”.

Para empresas de pequeno porte, principalmente startups, refletir sobre o seu modo de trabalhar e mudá-lo eventualmente não parece algo muito incomum. Mas para uma instituição com mais de 28 anos de atuação no mercado, uma base sólida de clientes e produtos referência no mercado, esse tipo de trabalho pode até parecer impossível.

Passados mais de 5 anos desde seu início, os resultados positivos da Mudança Cultural são inegáveis: aumento de escala, mudança de processos, novos produtos e mercados de atuação, melhorias no relacionamento com seus profissionais e clientes: uma “cara” nova! Mas como isso tudo foi possível?

Com apoio de consultoria externa, a MATERA construiu com a participação de todos, desde a liderança até recém-contratados, o que chamamos de Propósito e Manifesto. Eles definem a Visão de futuro da corporação e seus Valores, trilhando assim onde pretendemos chegar e como vamos trabalhar até lá. A participação de todos nesse trabalho é fundamental, pois transformar uma cultura não é uma tarefa realizada simplesmente por comando e controle.

A principal força que movimenta uma mudança cultural é seu ambiente, que deve ser propício e impulsionador, favorecendo que ela aconteça. Com isso e um objetivo claro, a transformação vem como consequência. Um grande exemplo de ação que contribuiu para a construção desse ambiente foi a criação do grupo de Multiplicadores, cujo objetivo é zelar pelo Propósito e Manifesto, observando se os Valores da empresa permeiam as ações do dia a dia e direcionando soluções quando necessário. Outra ação que fortaleceu o clima de mudança foi a adoção da Metodologia Ágil de Desenvolvimento, trazendo conceitos de melhoria contínua, cooperação, autonomia e responsabilidade.

Refletir e participar desse processo nos ensina muito, até hoje, sobre como ser melhores profissionais, melhores cidadãos, e até mesmo melhores seres humanos. Mudar é uma necessidade recorrente para as pessoas, empresas ou países. Às vezes, um pouco dolorosa, mas com objetivos bem definidos, princípios balizadores e ambiente favorável é uma tarefa possível, positiva e até mesmo divertida.

Por DANIEL MASSANORI IVASSE

Brasileiro nipo-descendente ligado em desenvolvimento de software, gestão de pessoas, mindfulness, organização pessoal, empreendedorismo e investimentos.

Postado em: 30 de abril de 2015

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