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Como a Matera pode auxiliar no impacto da cultura de riscos em seu negócio

30 of agosto of 2022

Entenda quais são os tipos de gestão de riscos trabalhados pela Matera e encontre a melhor oportunidade para o seu negócio.

por matera

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Cada vez mais as instituições vêm sendo cobradas pelos reguladores e isso pode trazer um cenário de muito estresse para dentro dos negócios. Mas estar de acordo com os regulatórios não precisa ser um desafio! O conceito de cultura de riscos é extremamente relevante para as organizações financeiras, inclusive do ponto de vista de estratégias de modernização. Serve como uma referência para as instituições, no qual engloba um conjunto de normas e comportamentos dos indivíduos visando os riscos que são assumidos e gerenciados pelas organizações.

As tomadas de decisões necessitam de equilíbrio entre riscos e retornos para que se obtenham resultados. O uso de sistemas e controles eficazes facilita este processo, de modo que seja possível gerenciar os riscos das instituições de acordo com suas respectivas estruturas e complexidade.

A Matera oferece diversas soluções em seu leque de produtos, entre elas o serviço de gestão de riscos. Existem diversos tipos de riscos trabalhados sendo cada um focado em um tipo de situação do mercado. Confira abaixo alguns dos principais tipos.

Riscos Financeiros

Como o próprio nome já diz, Riscos Financeiros são tipos de risco que envolvem capital. São classificados em três tipos: Risco de Mercado, que são situações nas quais uma instituição ou investidor possui uma carteira de investimentos sujeita a variação de valor de acordo com oscilações do mercado, ou seja, a volatilidade pode afetar o valor de investimentos ao longo do tempo e pode ter uma variação adversa, gerando perda; Risco de Liquidez, que é a avaliação da capacidade que uma instituição possui de conseguir dar continuidade em todos os compromissos ao longo do tempo independentemente do que possa acontecer com ativos e o Risco de Crédito que é um tipo de risco onde há uma exposição de crédito que pode vir a ter uma perda por inadimplência ou deterioração da qualidade dos créditos.

Riscos Não-Financeiros

São tipos de riscos ligados a outros fatores que não surgem de atividades financeiras, qualquer empresa está sujeita a falhas de controle, sistemas, eventos internos e externos que trazem perda para organização. Trazendo para um exemplo prático, imagine uma situação em que um hacker invada o sistema da instituição. Dentro dos riscos não-financeiros classificamos os Riscos Operacionais que consistem em melhorias nos Controles Internos para o mapeamento dos processos e gradação de potenciais prejuízos ou perdas. Ainda dentro de riscos operacionais temos o Risco Corporativo, um tipo de risco que está mais ligado a eventuais situações que possam ocorrer em termos de relacionamento, ética e comportamento.

Risco de Solvência

Toda organização quando se expõe a determinados riscos, mesmo que não se materialize ao longo do tempo, pode comprometer o capital da organização caso se materialize. Deve-se confrontar o quanto a empresa possui de capital para fazer frente aos riscos que pode enfrentar ao longo do tempo. O indicador ideal é o índice de basileia, um indicador que confronta quanto a instituição tem de capital para absorver perdas do risco. 

Quando falamos em risco de solvência existem alguns termos que devemos destacar, como por exemplo os Limites Operacionais para Solvência, divididos em dois módulos: Demonstrativo de Limites Operacionais, também conhecido como DLO, que é um documento que calcula o patrimônio e consolida as informações do ativo da instituição, ponderando-os segundo um modelo padronizado de risco. Este demonstrativo tem por objetivo apresentar, de forma sintética, as informações referentes aos detalhamentos do cálculo dos limites monitorados pelo Banco Central. Ou seja, monitorar a solvência das instituições, acompanhando se para cada uma há capital suficiente para fazer frente a eventuais problemas relacionados a risco de crédito, risco operacional e risco de mercado. Além disso, o segundo módulo é o de Demonstrativo de Limites Individuais, é um requerimento exigido pelo BACEN na Resolução 69 de fevereiro 2021, Instrução Normativa 85 e detalhada através das instruções de preenchimento e modelos de cálculo divulgados no site do BACEN. Essa solução visa acompanhar blocos de informações de cada uma das instituições, independentemente de pertencer ou não a algum conglomerado. Para finalizar, existe também a Gestão de Capital, um exercício de observar o futuro e traçar planos de contingência para capital para garantir que ao longo do tempo a instituição permaneça solvente.

Com o objetivo de auxiliar as instituições nesse contexto, a Matera oferece um serviço de gerenciamento de riscos pela solução Matera Risk, desenvolvida com uma tecnologia que mantém a consistência e integridade das informações, visando uma maior segurança para os seus dados. Saiba mais sobre nossa solução e se adeque à essa cultura.